
quarta-feira, 2 de março de 2011
Diego Souza é o novo camisa 10 do Vasco

terça-feira, 1 de março de 2011
Diego Souza chega ao Rio na quarta para fazer exames e assinar contrato

Provável novo camisa 10 do Vasco, Diego Souza já acertou sua rescisão com o Atlético-MG e é aguardado no Rio de Janeiro na quarta-feira para fazer exames médicos e assinar contrato. Se tudo correr dentro do planejado, é possível que ele já seja apresentado oficialmente na quarta se houver tempo hábil. No reformado vestiário cruzmaltino, já há um armário reservado para o jogador.
O valor da transação é de cerca de R$ 1,150 milhão. A equipe da Colina fez a negociação em parceria com a empresa Traffic, que já detinha uma parte dos direitos do atleta, de 25 anos. Apesar de atualmente estar na reserva do time mineiro, Diego Souza estava treinando normalmente e era utilizado durante as partidas. Ele acredita que poderá fazer sua estreia no novo clube em breve, assim que conseguir ser regularizado.
Contratado pelo Galo por cerca de R$ 7 milhões, Diego Souza não conseguiu repetir em Minas o grande destaque que teve com a camisa do Palmeiras. O meia foi revelado no Fluminense e teve passagens por Benfica, Flamengo, Grêmio e Palmeiras antes de chegar ao Atlético. Além disso, já defendeu a Seleção Brasileira. Ele foi eleito o craque do Brasileiro de 2009, quando defendia o Palmeiras.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Carlos Alberta está disposta a pedir desculpas a Roberto Dinamite
Afastado por tempo indeterminado, Carlos Alberto quer permanecer no Vasco. Capitão e um dos líderes do time, o meia está disposto a pedir publicamente desculpas ao presidente Roberto Dinamite pela discussão no vestiário após a derrota por 3 a 1 para o Boavista, na última quinta-feira. O jogador aguardava uma punição após o episódio. Pensava que seria multado e, talvez, ficasse treinando separado por um tempo. Mas não esperava uma atitude tão dura da presidência.
Carlos Alberto valoriza a identificação que criou com a torcida cruzmaltina e espera que o problema seja resolvido. Mas ainda não procurou Roberto Dinamite. Espera para saber se vai estar ou não nos planos do novo treinador cruzmaltino. Cruzeiro e Grêmio estão interessados no jogador, que tem contrato com o Vasco até 2013, e já fizeram sondagens.
No Vasco, há esperança de que a situação seja contornada. Algumas pessoas defendem com o presidente o retorno de Carlos Alberto por considerar a importância do meia no elenco e achar que foi um caso isolado. Sabem que Carlos Alberto errou, mas consideram que a ação do jogador foi gerada também por uma atitude infeliz de Roberto Dinamite, que foi cobrar resultados do time em um momento não apropriado – logo após a partida -, quando todos no vestiário estavam com a cabeça quente. Normalmente, as conversas acontecem no dia seguinte dos jogos, antes dos treinos. Mas irritado com a então terceira derrota do Vasco no Campeonato Carioca, Roberto Dinamite convocou a reunião para discursar que se sentia envergonhado com os resultados. Carlos Alberto respondeu falando que todos estavam lutando… que todos também estavam envergonhados… e que ninguém ali gostava de ser vaiado pelos torcedores. O clima não ficou bom.
Carlos Alberto nunca teve problemas com Roberto Dinamite e desde que chegou ao Vasco tem até funcionado como escudo para alguns problemas. Por várias vezes, a diretoria prometeu pagar salários atrasados, mas não cumpriu a palavra. E o meia, junto com Rodrigo Caetano, procurava contornar a situação com o elenco. O meia tem, também, o respeito dos companheiros e voltou para a temporada mais dedicado, mais magro, disposto a voltar a jogar bem. Além de ter a imagem explorada em todas as campanhas de marketing do clube.
Roberto Dinamite ainda não decidiu se vai voltar atrás ou não da decisão de afastar o meia. Os dois não se falaram mais após o episódio. Em ano político e enfraquecido com os maus resultados do Vasco, o atual presidente tem receio de que a sua autoridade seja contestada com um possível retorno de Carlos Alberto. Uma das preocupações do dirigente é mostrar que tem o comando do clube.
Na Internet, alguns torcedores pedem pela permanência de Carlos Alberto. E iniciaram uma campanha nas redes sociais com uma imagem imitando o apoio à Lei Seca. O meia vem fazendo fisioterapia em uma clínica fora do clube. Está cuidando do problema no pé e mantendo a forma. Sem saber ainda do futuro.
Você é a favor da permanência de Carlos Alberto? Participe da interatividade votando na enquete na página do Vasco clicando aqui.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Empate no final? - Graças a deus que não !

Buscando fazer as pazes com a sua torcida, cansada dos tropeços do time em casa, o Vasco recebeu o Santos, em São Januário, com muitos desfalques. Além do zagueiro Dedé e do volante Rafael Carioca suspensos, Carlos Alberto, Ramon e Nilton contundidos. Rafael Coelho, muito contestado pelo torcedor do Vasco, seguiu no ataque, mas quem brilhou mais uma vez foi seu companheiro, Éder Luís, que marcou o terceiro gol, o gol do alívio e da quebra do jejum de seis jogos sem vitória.
A primeira boa chance de gol foi do Santos. Aos quatro, Marquinhos cobrou falta pela esquerda de ataque santista, mandou direto pro gol e Fernando Prass espalmou pela linha de fundo.
O Vasco respondeu aos 12, Felipe, Zé Roberto e Éder Luís fizeram boa triangulação na entrada da área e o atacante chutou forte, de pé direito, mas foi prensado pela zaga do Peixe e a bola saiu pela linha de fundo.
O jogo era de baixo nível técnico, com poucas chances de gol, até que o Vasco, em boa jogada de Éder Luís, abriu o placar. Fágner tabelou com o atacante, recebeu na área e chutou forte, alto, sem chances para Rafael, Vasco 1x0.
E o Vasco não diminuiu o Ritmo. Aos 34, Éder Luís, Felipe e Zé Roberto trocaram passes e Rafael Coelho recebeu na área, tentou driblar o goleiro e foi derrubado. Pênalti que Felipe bateu, o goleiro Rafael defendeu e, no rebote, o próprio Felipe fez Vasco 2x0 Santos.
E só dava Vasco. Aos 40, nova descida em velocidade do Vasco, Felipe recebeu no meio e deu lindo passe para Zé Roberto, mas o meia vascaíno demorou demais para tocar e acabou sendo desarmado.
Neymar foi uma figura nula em campo durante todo o primeiro tempo e, com isso, o Santos carecia de criatividade nas jogadas de ataque e até mesmo no passe, fundamento que o time paulista errava demais. O Vasco contava com uma boa atuação do volante Jumar e com a velocidade de Zé Roberto e Éder Luís, acionados pelo meia Felipe.
O Vasco não fez alterações na equipe para o 2º tempo. Já o Santos mexeu: saiu Zezinho para a entrada de Pará.
O técnico santista Marcelo Martelotte pediu mais atenção para o time nos minutos iniciais, mas o Vasco começou pressionando. Neymar buscava mais o jogo, só que Jumar fazia excelente marcação sobre o camisa 11 do Santos.
Aos seis, o Santos chegou pela esquerda. Alex Sandro, rente à linha da grande área fez o cruzamento para Danilo, jogando agora pela meia, chutar fraco, nas mãos de Fernando Prass.
O Santos tinha mais posse de bola e, quando conseguiu furar a boa marcação do Vasco, chegou ao gol. Arouca recebeu de Danilo e devolveu de primeira, na área, para Danilo tocar na saída de Prass, diminuindo, Vasco 2x1 Santos, aos 11 minutos.
Como aconteceu em outros jogos no estádio de São Januário, o Vasco sentiu o gol e o Santos pressionava. Aos 14, descida de Alex Sandro pela esquerda, toque pra Neymar que achou Marquinhos na entrada da área, mas o meia lançou errado e Prass defendeu.
Aos 17, o atacante Rafael Coelho pediu substituição e foi vaiado ao sair, para a entrada do volante Rômulo. Pouco depois, Felipe saiu para a entrada de Jonathan.
Aos 28, quase sai o terceiro do Vasco. Escanteio cobrado por Fagner, Titi cabeceou, a zaga afastou e o próprio Titi finalizou, de pé direito, mas mandou à esquerda do gol santista.
Aos 41, nova jogada individual de Neymar e o atacante santista foi derrubado. Falta da intermediária, Neymar na cobrança, pé direito e a bola passa perto do ângulo direito de Prass, mas vai pra fora. E Neymar resolveu acordar no final do jogo. Aos 44, o atacante recebeu na grande área, driblou Fagner e chutou pro gol, mas a bola foi desviada e saiu pela linha de fundo.
O empate tão temido pelos vascaínos quase sai aos 47. Alan Patrick recebeu na meia-lua, chutou colocado e Fernando Prass fez grande defesa, frustrando a última chance do Santos no jogo.
E quem aproveitou a última chance do jogo foi o Vasco. Aos 49, Éder Luís recebeu no campo de ataque, driblou Arouca e Pará, enganou o zagueiro Durval e na saída de Rafael fez um golaço, 3x1.
Com a vitória, o Vasco respira mais aliviado no Brasileirão e chega aos 33 pontos, na 12ª posição.quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Ceará 0x2 Vasco

Ceará viu a sua invencibilidade diante dos torcedores ir por água abaixo neste sábado, quando perdeu para o Vasco, por 2 a 0, no Estádio Castelão, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro। Já o técnico PC Gusmão ainda não sabe o que é perder na competição. Com o primeiro tropeço diante de seus torcedores, o Vozão se manteve com 25 pontos e caiu para o oitavo lugar, se distanciando da zona de classificação para a Libertadores. Enquanto isso, o time cruzmaltino chegou aos 26 pontos e é o sétimo colocado.
De bom, só o gol!
Com uma excelente campanha desde que o técnico PC Gusmão assumiu o time, o Vasco partiu para cima do Ceará mesmo atuando em um Castelão lotado e precisou de apenas sete minutos para abrir o placar. Éder Luís fez grande jogada individual e tocou para Zé Roberto, que teve o trabalho apenas de empurrar a bola para o gol.
Precisando do resultado positivo para não se distanciar ainda mais dos primeiros colocados, o Ceará partiu em busca do empate e quase marcou aos 20 minutos. Camilo recebeu grande passe, mas o goleiro Fernando Prass saiu com muita coragem nos pés do meia, que perdeu grande chance.
Sem muitas oportunidades de gol, principalmente com uma atuação abaixo do esperado de Carlos Alberto, o Vasco se preocupou apenas em se defender. Aos 35 minutos, Kempei ajeitou de peito para João Marcos, que chegou batendo de primeira e mandou ao lado do gol cruzmaltino.
Fechou o caixão
Em vantagem no placar, o Vasco voltou do intervalo com mais calma e criou duas boas chances logo no começo. No primeiro minuto, Zé Roberto tabelou com Nunes e bateu forte, mas Micehl Alves fez boa defesa. Na sequência, Nunes arriscou o goleiro do Vozão fez outra defesa.
A resposta do Vozão aconteceu apenas aos 27 minutos, com o experiente Magno Alves. O atacante recebeu de Geraldo e bateu de primeira para uma linda defesa de Fernando Prass. O Vasco apenas tocava a bola esperando o tempo passar e aumentou aos 37 minutos.
O volante Felipe Bastos cobrou falta na barreira, mas a bola acabou voltando para ele, que acertou uma bomba no canto do goleiro. Decepcionada, a torcida do Vozão deixou o Castelão, enquanto os vascaínos fizeram uma grande festa, esperando apenas o apito final.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Se distaniciando do G4...

O JOGO
Nos primeiro minutos de jogo quem parecia que estava jogando em casa era o Cruzeiro, pois marcava o adversário sob pressão, no campo de ataque. Porém, a defesa do Vasco conseguia cortar a grande maioria dos lances e ligava a bola no ataque apostando na velocidade de Eder Luiz e Zé Roberto.
Durante boa parte do primeiro tempo, o jogo ficou pegado, com m
uitas faltas por ambos os lados e com as defesas conseguindo prevalecer contra os ataques. O jeito mais provável de acontecer um gol seria em chutes de fora da área. Fabrício foi o primeiro a experimentar e a bola passou perto do travessão de Fernando Prass.
Agora sim!
Quando foi a vez de Zé Roberto tentar, não teve perdão. O atacante havia acabado de perder um gol, em que Carlos Alberto driblou dois jogadores do Cruzeiro, inclusive o goleiro, no lance seguinte, o camisa 10 do Vasco pegou a bola na intermediária e encheu o pé, acertando o ângulo de Fabio, que só assistiu ao lance.
Antes do final do intervalo, o Cruzeiro conseguiu empatar. Aos 48 minutos, após bate-rebate dentro da área, a bola sobrou para Thiago Ribeiro, pelo lado direito, chutar de primeira em direção à pequena área. Quase em cima da linha, Fernando, zagueiro do Vasco, tocar contra o próprio patrimônio.
Segundo tempo
Utilizando da mesma estratégia do início do jogo, o Cruzeiro pressionou o adversário e desta vez conseguiu criar chances de gol. Aos sete minutos, em contra-ataque rápido, Henrique tocou para Thiago Ribeiro, que invadiu a área e chutou para o gol, Fernando Prass conseguiu fechar bem o ângulo e evitou o gol certo do time visitante.
Com uma estratégia de atuar mais recuado, o Vasco assistia o Cruzeiro jogar no segundo tempo. E, aos 15 minutos, viu Thiago Ribeiro aproveitar cruzamento de Diego Renan e cabecear levando muito perigo ao gol de Fernando Prass.
Depois dos 15 minutos, os dois times caíram de rendimento e só voltar a jogar bem quando os treinadores mexeram em seus times e foram, justamente, dois jogadores que entraram no decorrer da segunda etapa, que perdeu chances claras de desempatar a partida।
Primeiro, foi à vez de Jefferson, que entrou no lugar de Zé Roberto. O jovem meia estava bem posicionado dentro da área, mas chutou fraco depois de cruzamento rasteiro de Carlos Alberto. Depois foi Wallyson, pelo lado dos visitantes. O atacante arrancou, invadiu a área e na saída de Fernando Prass deu um toque de cobertura, mas a bola acabou tocando no travessão e indo para fora.
No final da partida, o Cruzeiro tentou pressionar o Vasco, mas acabou tomando um susto do último minuto. Após cobrança de escanteio, Dedé desviou de cabeça e a bola sobrou para Fernando, dentro da pequena área. Desequilibrado, o zagueiro chutou caindo e a bola acabou subindo demais.